Qual o nível da sua autoestima?


A autoestima exerce um papel muito importante na construção do sucesso de qualquer ser humano, mas o que a maioria esmagadora das pessoas não sabe é como identificar o seu nível de autoestima, já que são poucas as pessoas que buscam autoconhecimento.

A comparação é algo muito comum e, muitas vezes, nós a fazemos sem perceber

Observe o seguinte: para se sentir bem, você olha para a pessoa do lado e precisa saber que está melhor que ela? Ou olha para ela e vê que ela está em posição de vantagem e então se sente inferior? A grama do vizinho é sempre melhor que a sua? Ou você gosta de reforçar o tempo todo que a sua é que é melhor que a de todos?


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A autoestima de uma pessoa

O conhecimento que o individuo tem de si próprio pode ser definido como autoestima. Esta definição vem do psicólogo William James que em 1892 dividiu este conhecimento em 2 componentes: a autoimagem e a autoconfiança, ou seja, é uma avaliação subjetiva de como você se enxerga.

Qual o nível da sua autoestima?

Mas ela não permanece sempre a mesma, ela pode se alterar de acordo com as suas passagens pela vida ou suas experiências, não é algo fixo e sim algo que pode ser trabalhado, aprimorado e aperfeiçoado.

A autoestima pode ser influenciada de várias formas, tanto pode ser definida pelo valor que você se atribui quanto pela sua opinião momentânea sobre você mesmo.

Além da autoimagem e da autoconfiança, a autoaceitação que repesenta o fato de como você enxerga a sua postura, a sua competência social que está ligado a manutenção dos seus relacionamento e a sua rede social que mostra como você constroi seus relacionamentos e como vocâ se aproxima das pessoas são pilares da construção da autoestima.

Baixa autoestima e alta autoestima são graus que costumamos dar mais informalmente para classificar o comportamento de alguém em relação ao a sua própria autoestima.

Estes níveis de autoestima merecem bastante atenção e são um dos medidores usados para avaliar a nossa saúde mental.

A baixa autoestima faz parte da existência humana já que não tem como ficarmos para cima o tempo todo, só podemos tratar isso como um problema quando este estado permanece por muito tempo, sentimentos continuos de autodesvalorização e impotência podem levar a depressão.

Já a autoestima elevada é justamente o oposto, ou seja, você se enxerga de forma positiva, otimista, confiança e seguro de si. A verdade é que as pessoas nunca conseguem chegar neste patamar.

Como mencionamos, a baixa autoestima é um problema e pode estar ligada não somente a depressão mas tambéma episódios de transtorno de personalidade, transtorno alimentares, transtorno de ansiedade social e transtorno dismórfico social.

Todos estes trantornos, que não são únicos, trazem bastante sofrimento às pessoas com baixa autoestima, pois elas tem dificuldade de manter amizades e fazer relacionamentos afetivos, podendo atingir inclusive outras atividades da vida dela como por exemplo, a atividade profissional.

Os psicólogos discutem bastante este tema que tem sido ponto de preocupação mundial devido ao aumento significativo de suicídios ligados a baixo autoestima. São vários os fatores que influenciam na baixo autoestima, mas tudo começa basicamente durante o processo de crescimento, mas especificamente durante a adolescência quando começamos a formar opiniões sobre o “eu” e as outras pessoas ao redor.

As relações familiares depreciativas podem resultar em baixa autoestima mas também acontecimentos pontuais como demissão ou relação abusiva podem contribuir e levar a depressão.

A representatividade tem sido o alvo mais recente da discussão relacionada a autoestima. Cada vez mais a midia estabelece padrões estéticos e de comportamento que quando não atingidos geram baixa autoestima nos adolescentes, por isso todo cuidado é pouco quando exercemos papel de influência na autoestima dos outros.